Não são conhecidos os motivos da saída do professor Rui Silva,
percebendo-se apenas que a iniciativa partiu da Académica e que por
resultados não pode ter sido. Falar de resultados, na formação, é falar
de algo completamente diferente, que só entende quem tem vocação para
trabalhar na área, mas mesmo pelos outros não pode, de facto, ter sido:
5º lugar, num campeonato de 12 equipas, a quatro do pontos do 3º.
Derrotas apenas com Boavista, com o líder FC Porto (duas) e ainda com o
Beira-Mar, esta um mais do que evidente acidente de percurso. Porque o
resto são, a oito jornadas do fim da primeira fase, oito vitórias e
dois empates. Certo é que, durante a década de serviço à Briosa, Rui
Silva, um antigo jogador da casa, obteve sempre resultados, mesmo
quando as condições eram poucas – ou nenhumas. Por isso, esta é uma
notícia estranha. Digo-o porque, no início da minha carreira no
jornalismo, tive o privilégio e o prazer de acompanhar muitos dos jogos
das suas equipas, a maior parte dos quais disputados em Barcouço, onde
testemunhei bom futebol, competência, organização, fair-play, onde vi
espírito de grupo e união, onde vi Académica. A Académica não pode
dispensar quem faz por mantê-la viva e, infelizmente, não é a primeira
vez que cai neste erro. Que seja a última. PS1. A Académica não perdeu só Rui Silva. Perdeu também Vítor
Severino, seu adjunto, um dedicado e competente jovem técnico. A Tiago
Conde, até aqui número dois de Vaz Pinto nos juniores, reconheço
empenho, esforço e gosto pela modalidade. Que tenha sorte. PS2. Esta decisão, que penso que deveria ser publicamente
explicada, apenas ensombra o bom trabalho que a Académica está a
desenvolver na formação. Há jogadores internacionais, promessas que a
instituição pode e deve aproveitar, e há bons resultados – juvenis
incluídos. Luís Viegas ![]()
Era uma vez, ![]()
Nos ultimos dias, com a chegada da reabertura de mercado, e com a derrota na Madeira por 4-3, onde o guardião da Briosa ficou muito mal na fotografia do jogo leva a que o reforço desta posição tenha estado na ordem do dia, com o surgimento de várias possibilidades, entre elas, o "regresso" de Pedro Roma ao activo. Mas, se fizermos uma ligeira análise histórica pelos ultimos anos da baliza da Briosa, vemos que a transição da titularidade na baliza, nunca caiu directamente no terceiro guarda-redes no inicio de uma temporada. Nos ultimos 5 anos foi assim: 2004/05 - Pedro Roma (32 jogos); Dani (2 jogos); Pedro Gomes (0 jogos) 2005/06 - Pedro Roma (28 jogos); Dani (6 jogos); Eduardo (0 jogos) 2006/07 - Pedro Roma (30 jogos); Eduardo e Douglas (0 jogos) 2007/08 - Pedro Roma (29 jogos); Ricardo e Rui Nereu (1 jogo) 2008/09 - Peskovic (28 jogos); Pedro Roma (5 jogos) Rui Nereu (2 jogos) Esta época, o Ricardo e o Rui Nereu repartem igualmente o campeonato com 8 jogos cada um. Se repararmos bem, o ideal para esta época deveria ser, ter mantido o Peskovic e caso isso não fosse de todo possivel, deveria passar por Pedro Roma, e (um ou outro) ir passando "as luvas" a Ricardo ou ao Rui Nereu. É fundamental, esta transição ser bem feita, para que o guarda-redes mais do que sentir segurança no jogo, consiga transmiti-la aos seus companheiros. Basta que nos lembremos dos primeiros jogos do Peskovic na baliza da Briosa e dos útlimos. Agora em Janeiro, se a Briosa contratar um novo guarda-redes, este deverá ser de excelente qualidade e sem necessitar de muito tempo para se adaptar ao plantel e criar as respectivas sincronias para com o resto do plantel. Ou, o regresso do Pedro Roma, mais como um excelente trunfo na manga de André Villas Boas, que poderá principalmente servir para preparar devidamente a transição das "luvas" para Nereu e/ou Ricardo e/ou Barroca, este último gostava de ver em acção já na Taça da Liga. ![]()
Aproxima-se a janela de transferência de Janeiro e a Académica apesar de não estar urgentemente necessitada de nenhum jogador para nenhuma posição não veria certamente com maus olhos a entrada de um/dois jogadores para lugares muito específicos. Guarda-Redes e um avançado parecem os mais lógicos, há quem peça também um extremo e um avançado, o que vale a pena afinal? Comecemos pela realidade, quem acha que a Académica ou qualquer outro clube tem capacidade para em Janeiro contratar quatro jogadores, todos eles de qualidade para entrar de caras no onze não pode estar a par daquilo que será em situação normal o estado financeiro do clube. Não faço ideia sequer se há margem para em Janeiro ir contratar um(apenas um) jogador de qualidade suficiente para pelo menos entrar logo no onze, mas contratar quatro parece pouco mais do que uma miragem. Um extremo e um organizador serão quanto a mim os pedidos que ficam fora de hipótese na lista de presentes a pedir ao pai Natal. Para os lugares laterais do ataque as opções base são três: Sougou, João Ribeiro e Lito. Se algum não puder? Para a esquerda há Diogo Gomes e Amessan que na Taça da Liga foi dos melhores em campo. Para a direita há Miguel Fidalgo e dentro de outras características ainda Pedrinho. A estes nomes junta-se em qualquer dos casos Lito claro, pelo que me parece dispensável o reforço do lugar. "Número dez?(..) mais do que um problema financeiro parece-me um problema de racionalidade" Número dez, organizador, o que se queira, há quem clame também pelo reforço. Aqui mais do que um problema financeiro parece-me evidente um problema de racionalidade. Imagine-se que havia dinheiro a rodos e até se ía buscar um jogador como Filipe Teixeira. Bem sei que com esta qualidade teria lugar em qualquer equipa, mas a entrada de um jogador destas características iria deitar abaixo algumas das coisas boas que a Académica já tem nesta época. Quem saía? Tiero? Provável. Meio campo com Nuno Coelho, Cris e Teixeira, a pergunta impõe-se, quem é que defendia aqui? Sougou? Eder? João Ribeiro? Filipe Teixeira? Mesmo Nuno Coelho não é um recuperador nato. A defesa mais Cris e meio Nuno Coelho é demasiado curto. Quanto a mim, a entrada de um organizador, mesmo que com qualidade iria obrigar a baralhar e distribuir de novo para além de um esforço financeiro assinalável. Perigoso? Certamente, tanto no plano desportivo como no financeiro. Quais os lugares a reforçar e qual a prioridade? Guarda-Redes parece-me demasiado óbvio. Ricardo esteve na fase negra da época e Rui Nereu ainda não deu mostrar inequívocas de qualidade. Quem? É a pergunta seguinte. Pensando de repente há dois nomes que me vêm à cabeça: Nuno(Porto) e Moreira(Benfica). No entanto, tenho a opinião em todos os mercados de Inverno, lembro-me sempre de uma conversa há dois anos com o Luciano do Belenenses em que quando os adeptos do Belém falavam da contratação de Meyong por terem no plantel apenas e só Manoel e um ainda desconhecido Dady ele me dizia qualquer coisa como: “ir pedir um jogador emprestado para quê? Depois em Julho tem de se devolver, gasta-se dinheiro na mesma e o problema continua.”. Meyong acabou por não ir para o Belenenses, foi um tal Garcés e juntou-se ao desconhecido Dady. A partir daí foi o que se sabe, Dady passou de um desconhecido ao avançado que rendeu 5M €. "se for possível contratar para valorizar contrate-se (...) e só em último caso o empréstimo" A política tem de ser essa, se for possível contratar para valorizar contrate-se, se for possível a prata da casa aposte-se, e só em caso muito urgente (um jogador lesionado e o clube não tem possibilidade de ir buscar ninguém com semelhante qualidade por exemplo), aí sim recorra-se ao empréstimo, em último caso, porque é sempre uma solução a prazo. O mesmo para o lugar de avançado, o que temos não é o ideal mas pensar por exemplo num empréstimo de Carlos Saleiro. “Negar” a progressão de um jogador como Eder por mais dois ou três hipotéticos pontos? Nunca! Ou seja, defendo a contratação do avançado e do guarda-redes em boas condições para a Académica, que resolvam problemas pelo menos a médio prazo e do qual possam resultar mais valias financeiras e desportivas. Moreira? Claro, se vier a título definitivo. Caso contrário dê-se mais uma oportunidade a Nereu, a Ricardo, a Barroca, a quem o merecer, quem sabe a um deles não lhe falta apenas a confiança que faltava há dois anos a Dady, a qualidade não apareceu do nada, mesmo que tenha tido o dedo do treinador. O mesmo vale para Carlos Saleiro ou qualquer outro. É urgente pensar a Académica para o futuro, não para resolver problemas a quatro meses. A politica nesse sentido não tem desiludido, e é um ponto onde tem de se louvar a coragem da direcção, porque era mais fácil recorrer a empréstimos sucessivos como tantos clubes fazem. Neste caso, parabéns ao elenco de José Eduardo Simões. ![]()
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Foi na passada terça-feira que a Casa da Académica de Lisboa organizou o seu habitual jantar de Natal. Com André Villas Boas como convidado de honra também José Eduardo Simões, Pedro Roma, José Nando, Luís Agostinho ou ainda o antigo internacional Dimas a marcarem presença a vastíssima equipa do SB constituída por dois elementos fez questão de também marcar presença num jantar com mais de oitenta Académicos presentes. Destacou-se claramente dos restantes Académicos presentes a equipa do SB. Não terá sido pelos melhores motivos mas no que ao “dress code” diz respeito, ou falta dele melhor dizendo, por falta de aviso sobre o tipo de ocasião o que é certo é que sem gravata, em toda a sala só estavam os quatro ou cinco mais novos. Gonçalo Cabral, Francisco Martinho e André Villas Boas faziam todos parte quer dos sem gravata quer dos quatro ou cinco mais novos. Já sem ”blazer”, só mesmo nós os dois (e as senhoras claro). Mas vamos lá falar do que importa. A reportagem não era o mais importante e não foi preciso levar bloco e caneta para apontar as declarações quer do treinador da Académica, do seu presidente e ainda do presidente da Casa da Académica de Lisboa. Começou André Villas Boas, homenageado pela CAL que deixou uma mensagem muito serena. Agradeceu mas ressalvou que o futebol é injusto e que não sabia o que se pensaria dele daqui a uns meses quando os resultados sofressem uma quebra pelo que apelou à calma e à serenidade da persecução de ainda mais vitórias. Para além disso, mostrou-se também imensamente familiarizado com os princípios da Académica dizendo sentir-se revisto nestes mesmos princípios e agradeceu ainda a forma como desde a primeira hora foi tratado por todos os adeptos da Académica mas sobretudo por parte de José Eduardo Simões. Seguiu-se José Eduardo Simões que de um modo geral passou a ideia que a Académica forma cada vez mais com qualidade e de acordo com o que são os valores do clube. Jogadores portugueses, presença de vários jogadores estudantes no plantel, presença das camadas jovens nas chamadas internacionais entre outros. Finalizou mostrando-se satisfeito com a escolha feita em André Villas Boas que segundo o próprio foi uma aposta de algum risco, mas que tinha toda a lógica pois a Académica não deve formar só jogadores, deve também formar treinadores e homens de modo a com menos dinheiro chegar aos mesmos objectivos de outros numa luta desigual. Por falar em dinheiro, o presidente afirmou ainda que a Académica tem um dos cinco mais baixos orçamentos da Primeira Liga. Terminou o presidente da Casa da Académica de Lisboa Joaquim Couto com uma mensagem importante. “A Académica deve voltar a ser um clube que represente uma região” e não mais um clube apenas. Referindo que a Briosa deve integrar-se dentro do tecido social e financeiro da região de Coimbra de modo a que as pessoas e a própria cidade se voltem a rever na Académica. Já antes, arrancou a gargalhada da noite numa pequena gaf, elogiando a presidência de José Eduardo Simões mas trocando o “senhor presidente tem-nos tratado bem” por um mal no final da frase que prontamente foi corrigido. Acabou a noite com uma hora de fado de Coimbra. Uma noite Briosa, onde o espírito da Académica esteve presente mesmo a 200km de Coimbra, presente e de que maneira. Nos e-ferreá’s, no fado, mas sobretudo no que interessa, nas cerca de oitenta pessoas presentes. Viva a Académica! Bem viva! P.S: talvez haja direito ainda a fotos do evento. ![]()
Apesar de o Leixões ter aparecido a mandar na posse de bola, foi a Académica a inaugurar o marcador bem cedo, com Emídio Rafael a aproveitar uma sobra que deixou o lateral esquerdo Leixonense desposicionado. Quando se pensava que podia a Académica, a partir daqui, estabilizar mais o seu jogo a meio campo, foi o Leixões a responder na jogada seguinte com um livre que bateu com estrondo na trave. A meio da primeira parte surgem os dois lances que acabaram por condicionar bastante o jogo, primeiro com uma simulação e depois com uma falta escusada, Jonny recebeu a ordem de expulsão e deixou as contas do meio campo mais equilibradas já que até aí a formação leixonense dispôs sempre de vantagem numérica nessa zona, que lhe permitia circular e manter a posse de bola a seu bel-prazer. Uma cabeçada de Eder a responder a um livre descaído sobre a esquerda termina história de uma primeira parte nem sempre bem jogada. Para a 2ª parte houve mais do mesmo. O Leixões a querer mas a não poder e a Académica a falhar muitas vezes o ultimo passe (Tiero esteve particularmente desastrado nesse aspecto) mas ainda assim a criar as melhores situações de golo, destacando-se a perdida de Sougou que respondeu a um cruzamento da direita acertando no guarda redes Leixonense. As mudanças de Villas Boas, que passou a jogar com dois trincos a meio da segunda parte pouco trouxeram de novo, e quando se pensava que o Leixões podia fazer um forcing no ultimo quarto de hora, eis que o suspeito do costume (pelo menos o ano passado era ...) acaba com o jogo numa recarga já dentro da pequena área. Lito reaparceu bem e com vontade de mostrar que apesar da idade ainda pode dar alegrias à malta. Uma nota final para a arbitragem que não sendo um primor me pareceu não ter influência no resultado. ![]()
Nem sempre o jogador da casa é aquele que mais amor tem à camisola, assim como nem sempre o adepto de "nascença" é aquele que mais amor tem pelo clube. Este post vem, no seguimento das declarações do Miguel Pedro ao site oficial "Tinha vários clubes que me abordaram para não sair já, que depois assinava de forma livre por eles... Mas nunca iria fazer isso. Queria que a Académica ganhasse dinheiro com a minha saída porque também fez um investimento por mim." Não é necessário ir rebuscar nos papiros da história da Académica para ver jogadores das nossas escolas que saíram a custo zero, quando poderiam ter ajudado bastante os cofres da Académica. Caso para dizer: Excelente atitude Miguel Pedro. ![]()
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Já é oficial a saída do extremo da Briosa para os cipriotas do Anorthosis Famagusta, num acordo válido por 3 anos e meio. Actual quinto classificado da Liga Cipriota, o Anorthosis conta com alguns atletas bem conhecidos da Liga Portuguesa, tal como o defesa central Janicio (ex-Vit Setubal), o avançado Semedo (ex-Boavista e Belenenses), o médio Cristovão (ex-Leixões) e o nosso bem conhecido número 10 Ricardo Fernandes que representou a Briosa na época 2004/2005. O Miguel Pedro foi um jogador que não passou indiferente à maioria dos adeptos, sendo considerado pela maioria dos adeptos como um jogador que era capaz do melhor e do pior, do melhor fica sem duvida, na nossa memória o fantástico golo frente ao F.C.Porto já esta época. Amado por uns, odiado por outros mas, foi sempre um jogador que mostrou um enorme sentido profissional. A ele a equipa do Simplesmente Briosa deseja as maiores felicidades. ![]()
Para mim é simples, não é pelas vitórias que sou da Académica. Como gosto de responder aos meus amigos benfiquistas, “se fosse pelas vitórias era do Porto”, e André Villas Boas hoje fez com que pela primeira vez na vida saísse de um estádio com quatro na bagagem e orgulhoso da minha equipa, da minha Briosa. Não é de vitórias morais que vivemos é certo, mas entre perder na luz com um autocarro estacionado e ir lá jogar como jogou hoje a Académica, prefiro assim, seja qual for o resultado. André Villas-Boas foi mais do que tudo Brioso na forma como preparou o encontro da luz. Não fugiu à identidade da equipa nem lançou uns apetecíveis três centrais para parar o ataque benfiquista, foi jogar o jogo pelo jogo, esqueceu-se que quem joga de igual para igual e tem paus, em situação normal perde com pistolas. Foram essas pistolas que fizeram a diferença, Cardozo e Saviola em destaque, Berger, Orlando e Nuno Coelho e partilharem entre si responsabilidades no que à artilharia de defesa diz respeito. Sim, Pedrinho foi solidário e também ajudou um bocadinho à festa. Fugiu a vitória (fugiu mesmo!*) mas por certo esta é a atitude de quem sabe o caminho que está a traçar e não abdica de princípios. Bom futebol mesmo que a espaços num campo complicadíssimo, consistência ofensiva, fluidez, atitude e sobretudo, dignidade até ao fim. Vamos Briosa! É só uma questão de tempo. A Briosa um a um: Rui Nereu (2) - não se pode dizer que tenha tido culpa directa em nenhum golo mas ficou a sensação de que não deu tudo o que podia ter dado à equipa. Pedrinho (2) - um jogo até conseguido mas muito manchado pelos dois erros consecutivos que deram origem ao segundo da equipa encarnada. Berger (2) - bem em todo o jogo, mas o primeiro golo de Cardozo nasce quando este estava sob a sua vigilância. Orlando (2) - mais discreto que Berger. Parece ainda não ser o mesmo Orlando que saiu da equipa, algo natural para quem saiu agora de lesão. Emidio Rafael (3) - um caso sério. Não fez um jogo fantástico, fora disso. No entanto, é daqueles jogadores raros que nunca jogam mal, mesmo quando a equipa parece afundar-se. Nos jogos em que a equipa se apresenta bem (Leiria e Setúbal) aparece sempre em bom plano, o que faz dele um jogador altamente fiável. Cuidado com o canhoto que ainda agora chegou à primeira Liga. Nuno Coelho(1) - sabe sair a jogar mas não era isso que se lhe pedia hoje num jogo com estas caracteristicas. Fez mal as compensações defensivas numa missão que era absolutamente fulcral para o bom desempenho da equipa. Talvez peso a mais sobre os seus ombros, destruir, construir e ainda ter atenção às movimentações à sua volta, mas o certo é que não esteve num bom nível. Cris (1) - peço desculpa a todos os leitores que não concordem mas percebo cada vez menos a insistência no Cris. Não se dá conta dele no jogo e não, não é dos que jogam tão simples que não se dá conta, este não aparece mesmo. É a sensação que me dá, mas desafio os leitores a elucidarem-me sobre a necessidade de Cris ser titular. Tiero (4) - o melhor em campo da Briosa. Activo desde o minuto um até ao noventa, sempre muito em jogo e com vontade de dar mais à equipa. Esteve apenas desastrado nos remates de longe onde tantas alegrias já deu aos adeptos. Sougou (3) - uma boa primeira parte, com várias combinações com Tiero/Pedrinho a darem largura ao ataque da Briosa. Saiu quando o Benfica marcou o terceiro. João Ribeiro (4) - um senhor jogador. Não engana, tem classe, técnica, velocidade e mais importante, muita atitude. Hoje não esteve nos seus melhores dias mas ainda assim foi talvez o único a criar verdadeiras oportunidades de golo através dos seus rasgos. Eder (2) - apagado mas lutador. Falta-lhe nitidamente alguma experiência mas tem potencial para ser um avançado de valor enormíssimo. Vouho (1) - uma ou outra arrancada inconsequente. Miguel Pedro (1) - entrou para a direita mas sem acrescentar nada à equipa. Diogo Gomes (2) - mesmo jogando menos tempo foi o melhor dos três que entraram. Na primeira vez que tocou na bola ía marcando e a isso juntou vários bons pormenores na circulação de bola nos minutos finais. AVB parece começar a apostar no brasileiro e este a retribuir a oportunidade. *A vitória também fugiu ao Benfica A Vitória, águia mascote do estádio da Luz começou hoje o jogo com mais uma exibição. O problema foi que hoje, e que se saiba pela primeira vez, a ave não acertou com o símbolo do Benfica, ficando a uma boa meia dúzia de metros do mesmo, perante o olhar incrédulo do seu treinador. Parecia um bom pronúncio... P.S: considerando-me um adepto do bom futebol, não podia acabar a crónica sem levantar o chapéu ao golo de Saviola. Que momento de técnica soberbo. P.S.2: atrás de mim havia gente a filmar o momento da vitória. Se alguém que nos estiver a ler tiver o momento e queira que este seja publicado é só mandar mail para simplesmentebriosa@hotmail.com e tratamos disso. ![]()
Por falta de tempo a classificação da semana passada ainda não foi vista (sim, outra vez :) ). Para apostar na próxima jornada, é favor clicar aqui. ![]()
África do Sul Grupo
B Argentina Grupo C Inglaterra Grupo D Alemanha Grupo E Holanda
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Tem-se falado na blogosfera Académica no facto de que é extremamente injusto que um sócio da Académica pague tanto para ver o jogo como um não sócio mesmo que este último em princípio vá para uma bancada pior. O que venho tentar fazer é um apelo à calma, ao academismo e ao bom senso. Se é verdade que na Académica pouco ou nada se pensa nos sócios e que esta situação não é politicamente correcta há que cada um de nós ver o lado da direcção que não tenho dúvidas que o único interesse é proteger a Académica. A Académica tem cada vez menos pessoas nos jogos, é um facto inegável. A direcção por seu lado tem feito alguns esforços no sentido de inverter essa situação. Assinalo desde logo a boa campanha feita no início da temporada no que à venda de lugares de época diz respeito. A campanha estava chamativa, a publicidade estendeu-se não só às imediações do estádio mas à cidade em geral, panfletos, jornais, enfim, onde era possível e lógico que ela fosse distribuída. Há agora a problemática dos preços dos bilhetes. Tudo bem, não é justo, percebo quem defende isso mas também é necessário entender o outro lado como disse em cima. É preciso descer o preço dos bilhetes, é preciso cativar a cidade a voltar ao estádio como tantas vezes já aconteceu, e isso é preciso fazer em jogos de menor mediatismo, é aí que se pode medir o sucesso ou não da iniciativa. Se essa é a medida mais certa? Se é uma medida que isolada dá resultado? É discutível sim, mas é um começo, atendendo à gravidade da situação, uma preocupação, um começo… já não é tão mau sinal assim. Por último apenas um reparo. Ser sócio da Académica e pagar quotas não é um dever, é um direito. Algum de nós paga quotas pela simples razão de que o bilhete fica mais barato? Até pode acontecer, mas todos nós sabemos que não são esses os verdadeiros “Briosos”. Pagamos quotas porque sabemos fazer parte de todo este imenso orgulho que é ser da Académica, só isso chega, mais nada! ![]() |
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Briosa vs Naval - Todos ao Estádio! Bruno Esteves para Domingo Diário de Coimbra: José Eduardo Simões - Dois pisos de cave passaram a três antes do projecto de alterações entrar na Câmara Académica vs Naval O Verdadeiro Derby Família Briosa No comments Pedrinho falha Naval Faz-te Sócio da AAC e da MN e vem apoiar contra a Naval Pedrinho falha Naval e Rio Ave! Agenda Académica Agenda Académica O MONOPÓLIO Iniciados do OAF e da SF , vencedores Juvenis vencem Ac.Viseu site oficial: Académica empata na Feira Agenda Académica Descalabro Para esclarecer a confusão Muito grave |
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